Percebo que ele sabe que eu existo.
Sei que sou incômodo,
um medíocre pedaço de terra.
Seu cheiro,
ó misto.
Do leite para a coalhada.
Na cozinha
também existe;
mais, mais, muito mais;
dos primogênitos ou só primos,
bestas à gatos,
persianas e furadeiras,
fumê ao fumado,
do cinzeiro ao velho mal amado.
No monte mais alto
também existe.
Mesmo medíocre, mas diferente.
Cai do céu e lá congela
e essa é a exência.
O dreno da ignorância,
o mal feitor da terra que nada tem a ver com o fogo...
mais tem a ver com água,
que embebeda vida pelos lixos;
dos amontoados,
dos medíocres
medíocres.













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